as viagens de tintin

Para promover o filme que está em pós-produção e deve ser lançado em 2011, foi criado o site onde se pode ver todos os pontos do globo pelos quais o jovem aventureiro Tintin passou. Para cada destino, detalhes da viagem e informações relacionadas à cidade em que ele esteve.

Divertido é imaginar o quão fantástico será o filme, dirigido por Steven Spilperg e estrelado por Jamie Bell, cujo papel mais conhecido foi de Billy Elliot.

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Tintin foi criado pelo artista belga Hergé, tendo sido publicado pela primeira vez em francês em um suplemento infantil do jornal belga Le Vingtième Siècle em 10 de janeiro de 1929. Não é francês, mas fala francês – por isso não resisti em falar sobre ele aqui…

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cabaré na sapucaí

É hoje o desfile da Grande Rio,  uma homenagem ao Ano da França no Brasil em ritmo de samba:

“Voilá, Caxias! Para sempre Liberté, Égalité, Fraternité, merci beaucoup, Brésil! Não tem de quê!”

Segue a coluna da Mônica Bergamo, publicada na Folha, que já deixa a gente em clima de concentração. Voilà Geeeennnnnte!

 

Carnaval à francesa

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Emiliano Capozoli/Folha Imagem  

A bailarina francesa Sophie Escoffier, 28, posa em Paris antes de desfilar na Grande Rio

As dançarinas do Moulin Rouge chegam ao Rio para desfilar no sambódromo e se impressionam com a “verdadeira indústria” que é o Carnaval, relata Cintia Cardoso, de Paris

A mistura parece inusitada. Cancã e samba. “Cocotes” e mulatas. Não que o glamour dos cabarés franceses já não tenha sido motivo de inspiração para carnavalescos, mas é a primeira vez que as dançarinas do Moulin Rouge de Paris participam de um desfile de uma escola de samba no Rio de Janeiro.
 
Hoje, 34 artistas, entre bailarinos, atores e acrobatas, trocarão os palcos parisienses por um dos carros alegóricos da Acadêmicos do Grande Rio, a segunda escola a desfilar no sambódromo. “Estamos muito emocionadas. Vai ser um grande desafio para nós, mas estamos muito felizes”, diz Sophie Escoffier. A vedete recebeu a reportagem da Folha em seu camarim um pouco antes de uma das apresentações. Ela é uma das especialistas em cancã escolhidas pela direção para representar a tradição dessa dança tipicamente francesa na passarela do samba.
 
O anúncio da participação no Carnaval causou alvoroço, explica Fanny Rabasse, relações-públicas do cabaré. “Tivemos que fazer uma seleção interna para definir quem iria para o Rio. Escolhemos as que dominam a técnica do cancã, as que gostam de viajar e as que se adaptam melhor a situações diferentes”, diz. Outra preocupação foi escolher um grupo que fosse representativo da diversidade cultural da casa, que tem artistas de 14 nacionalidades diferentes. “Estamos levando para o Carnaval do Rio artistas franceses, cubanos e africanos”, conta Rabasse.

 

As meninas do Moulin Rouge, aliás, já estão acostumadas a uma seleção constante. Para integrar o corpo de baile da casa, além de uma formação obrigatória em balé clássico, é necessário também ter as medidas exigidas: no mínimo 1,75 m para as mulheres e 1,85 m para os homens. A direção artística da casa também monitora de perto o físico dos dançarinos. Oscilações de peso (2 kg a mais ou a menos) e mudanças da cor ou do corte de cabelo são passíveis de advertência.

 

As “cocotes” tiveram uma semana para preparar a coreografia que vão levar hoje para a avenida. “Foi tudo muito intenso. Tivemos que decorar a letra da música [o samba-enredo da escola], porque sabemos que é importante cantar na hora do espetáculo. Além disso, vamos adaptar os passos ao ritmo do samba”, conta a dançarina Sophie. Questionada sobre o fato de fazer as piruetas do cancã em cima de um carro alegórico em movimento, ela respondeu: “É, isso é uma preocupação a mais, mas juntamente com o coreógrafo, decidimos simplificar alguns passos. Os mais arriscados ficaram de fora, mas vai ser bonito assim mesmo”.

 
Já sobre o samba, Sophie tinha poucas referências. “Achava que era mais parecido com a salsa e outros ritmos latinos. Mas, assim que surgiu o convite, fui à internet me informar, vi vídeos, ouvi músicas. Estou muito ansiosa para ver os percussionistas de perto.” Sobre as tradicionais mulatas cariocas, ela comentou: “Elas têm uma técnica incrível. Vai ser muito interessante ver essa mistura de perto”.

 
O convite para o desfile da Grande Rio surgiu em março do ano passado. Uma equipe de representantes da escola de samba carioca foi a Paris propor a parceria ao cabaré.

 
O enredo da Grande Rio deste ano, “Voilá, Caxias! Para sempre Liberté, Égalité, Fraternité, merci beaucoup, Brésil! Não tem de quê!”, pega carona nas comemorações do Ano da França no Brasil e teve investimentos de empresários franceses. “Achei surpreendente. Não esperava que o carnaval do Rio fosse tão profissional. Aqui nós temos a impressão de que é uma grande festa popular, mas é também uma verdadeira indústria”, diz a relações-públicas do Moulin Rouge, que visitou o barracão da escola na Cidade do Samba no ano passado. “O orçamento do Carnaval do Rio é impressionante. Quase 1 milhão é gasto por cada uma das escolas para apenas uma noite de show. O orçamento do nosso espetáculo diário “Féerie” é de 9 milhões”, conta.

 
O samba até é novidade para as dançarinas, mas não as plumas e os paetês. Para o espetáculo atualmente em cartaz no Moulin Rouge, no bairro de Montmartre, são usadas mil fantasias com plumas, paetês, lantejoulas e todos os brilhos que são a matéria-prima do Carnaval brasileiro.

 
“O nosso fornecedor sul-africano de plumas é o mesmo da Grande Rio, é uma coincidência incrível”, diz Rabasse. Os trajes mínimos das passistas também serão outro quesito que não deixará a trupe do Moulin Rouge desconfortável. As dançarinas do cabaré são conhecidas pelo figurino ousado e provocante: fio dental, topless, transparências e muitas plumas. Mas, para a Sapucaí, as moças estarão bem cobertas. “Vamos usar a roupa tradicional do cancã que foi feita especialmente para o desfile. À frente do carro alegórico, haverá um grupo [ala] de 300 pessoas com vestidos de cancã nas cores azul, branco e vermelho, as cores da bandeira da França.”

 
Para integrar melhor o enredo, o carro com o Moulin Rouge também trará atores franceses que representarão personalidades que fazem parte da história do cabaré, como o pintor Toulouse Lautrec (1864-1901), assíduo frequentador da casa e fascinado pela vida da boemia parisiense do final do século 19. Uma das suas musas, Jane Avril, também estará representada na alegoria da Grande Rio.

 
Essa fase áurea do cabaré é o tema do filme “Moulin Rouge”, com Nicole Kidman e Ewan McGregor. O passado do cabaré contou ainda com a presença de outras figuras marcantes como o cantor Charles Aznavour. Mas, hoje, a casa é uma atração turística por onde passam 600 mil turistas por ano, na sua maioria japoneses e americanos dispostos a pagar entre 89 e 145 por um ingresso.

“Achei surpreendente. Não esperava que o Carnaval do Rio fosse tão profissional. Aqui nós temos a impressão de que é uma grande festa popular, mas é também uma verdadeira indústria”
FANNY RABASSE, relações-públicas do cabaré

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caravana de autores franceses

Se dos franceses você só leu e só conhece os clássicos, prepare para começar a ver por aí referência a muitos nomes de novos autores, e ficar com vontade de ler tudo. Li no site oficial do evento que a França vai enviar três caravanas de autores para participar de eventos do Ano da França no Brasil. Organizadas por Jérémie Desjardins, responsável pelas mediatecas da embaixada da França no Brasil, as caravanas acontecerão ligadas aos principais eventos literários do País: a Flip (em Paraty), a Bienal do Livro, a Festa do Livro (em Porto Alegre), o Fórum das Letras de Ouro Preto, a Bienal do livro de Recife, entre outros. 

Em tempo, Jérémie também faz a ponte entre os eventos literários e as editoras e escritores franceses. 

Outra coisa interessante é que, justamente para estimular a publicação dos autores franceses, foi criada a Coleção França.Br 2009, um carimbo que será dado a todos os livros com apoio oficial francês. As editoras Record, Objetiva, Companhia das Letras, Jorge Zahar, entre outras, receberão 180 mil euros para a publicação de títulos franceses nas áreas de literatura e ciências humanas e sociais, além de, com um foco menor, livros de ficção.

É esperar para ler!

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manu chao, um francês latino

Tenho que confesar que só descobri neste fim-de-semana que o cantor Manu Chao é francês. Para mim, ele sempre chamou a atenção por sua latinidade e por suas músicas em espanhol. Mas, sim, Manu Chao é da França, e ele vem aí com seis músicos para fazer apresentação no Espaço das Américas.

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O show acontece nesta quarta dia 11, e tem como centro o CD “La Radiolina” (2008), sem deixar de lado, claro, seus principais hits do CD “Clandestino”.

Depois de SP ele passa ainda por Salvador, Aracaju, Brasília, Rio, Balneário Camboriú e Guaratuba.

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11/02 São Paulo – Espaço das Américas – r. Tagipuru, 795, Barra Funda – R$ 100,00

13/02 Salvador – Concha Acústica

14/02 Aracaju  – Festival de Verão – Praia Atalaia

16/02  Brasília – Arena

18/02  Rio de Janeiro – Fundição Progresso

20/02 Balneário Camboriu – Rancho Maria’s

21/02 Guaratuba  falta confirmar o local.

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a champanhe cai no samba

Um dos maiores grupos franceses de bebida, o Pernod Ricard, vai fazer sua marca de champanhe Mumm Cordon Rouge cair no samba no Ano da França no Brasil. O grupo, através da marca, é o responsável pela vinda do balé Moulin Rouge ao país durante o período de Carnaval. Além de apresentações (ainda sem data) o grupo de 44 integrantes participará do Bal Masqué, tradicional baile de máscaras do Hotel Sofitel Rio de Janeiro, que acontece em Copacabana, no dia 27 de fevereiro.

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A Maison Mumm possui mais de cem anos na produção da bebida e começou a ficar mais conhecida no Brasil recentemente, devido a parte de sua produção partir da nossa vizinha Argentina. Uma outra curiosidade é que a Mumm Cordon Rouge é a marca oficial de champanhe da Fórmula 1. Champanhe para beber e celebrar.

O grupo Pernod Ricard também tem envolvimento direto com o desfile da escola Grande Rio, que faz uma homenagem a França, fazendo ações ao longo de todo o Carnaval carioca com bares temáticos e drinks desenvolvidos exclusivamente em comemoração ao ano da França no Brasil (com apoio das suas marcas de vodka, neste caso).

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móveis mineiros inspirados em dior

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Com o tema “França” ficando cada vez mais presente na cabeça de todos, é inevitável que comecemos a ver inspirações e referências por todos os lados. A Sava Móveis, por exemplo, criou uma linha inspirada nas criações de Christian Dior, um dos maiores estilistas franceses do século XX. A poltrona que ilustra este post, juntamente com um sofá, faz referência direta ao New Look de 1947 – peça ícone na carreira do estilista.

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As peças (e mais 20 produtos) fazem parte da coleção que será lançada entre 11 a 13 de fevereiro em São Paulo no Ceasar Business. 

Se você, como eu, adora as referências francesas, aguarde para ver estas e muito mais criações ao longo deste ano.

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dito, dalva, alex e alain

O novíssimo e já badalado restaurante brasileiro da cidade tem muitos detalhes e sabores para serem apreciados, mas o que nos leva a falar sobre ele aqui no nosso OuiOui é que um chef francês que comanda a sua cozinha. Dito, em homenagem a São Benedito, padroeiro dos cozinheiros, juntamente com Dalva, alusão à estrela Dalva, se juntam ao compadre Alex Atala, que é dono do novo empreendimento, e deixam a cozinha nas mãos do nosso francês Alain Poletto (o Poletto vem da sua ascendência italiana, que se mistura à francesa).

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Mas por que um francês metendo a mão em cumbuca brasileira? 

E por que não?

Ele traz a idéia e os conceitos da culinária francesa, para uma muito bem garimpada e pesquisada comida brasileira. Basta dizer que comi uma deliciosa galinha d’angola, recheada de ratatouille!

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