Arquivo do mês: maio 2008

machado na frança

O livro infantil “Conto de Escola”, de Machado de Assis, publicado no Brasil pela Cosac Naify, será adotado na França. A obra foi selecionada pelo Ministério da Educação Nacional, para alunos de oito a dez anos.
A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia – uma segunda-feira, do mês de maio – deixei-me estar alguns instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã. Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana, que não era então esse parque atual, construção de gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito, alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão. Se quiser  ler até o fim…
    

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oui,oui,oui: nenhum de nós vive sem um deles

Deu no Le Monde, jornal francês entre os mais respeitados do mundo: “Brasil se reconcilia com os nikkei”, matéria escrita por Jean-Pierre Langellier e traduzida por Jean-Yves de Neufville.

A matéria começa falando da eleição de Karina Eiko Nakahara como Miss Centenário Brasil-Japão, colocando a linda nikkei como representante de pouco menos de 1% da nossa população (os nossos japoneses!).

Depois conta um pouco do começo desta história em pleno o período Meiji, e seu desenrolar, que completa 100 anos, 18 de junho próximo.

História, que a gente sabe, muitas vezes não foi motivo de alegria,nem para japoneses imigrantes, nem para brasileiros. O livro Corações Sujos, de Fernando Morais, traz um relato bastante rico dessa fase.

O Le Monde reconhece o atual estado que chamam de reconciliação, ocorrida já há tempos por aqui:

“Atualmente, o Brasil, que há muito já se reconciliou com os seus nikkei, exalta as suas contribuições para o desenvolvimento da sociedade multicultural que hoje caracteriza o país. Tudo o que eles chegaram a introduzir no Brasil vem sendo objeto de celebração, dos sushis aos mangás, da ginástica à arte do buquê, dos tambores ao karaokê. O Japão está na moda. A imprensa de São Paulo lembra que os nikkei contribuíram para melhorar os hábitos alimentares locais, introduzindo ou popularizando o arroz, a soja e os legumes que eles mesmos faziam questão de consumir. A metrópole lhes deve o “cinturão verde” que a cerca.”

E ainda dão seu parecer sobre a a tal questão japonesa:

“Assim, há muito não se fala mais na “questão japonesa”. Cerca de um nikkei em cada dois opta pelo casamento misto. Três nikkei em cada quatro se tornaram católicos. Mas, apesar deste intenso movimento de integração, não faltam as adolescentes e jovens mulheres nikkei de São Paulo que preferem, aos sábados à noite, freqüentar as “japotecas”, onde os rapazes lhes dão mostras, dizem elas, “de mais respeito”.”

A matéria na íntegra está neste link. Achei interessante ler um ponto de vista francês para o mundo ler, sobre o nosso dia-a-dia nipo-brasileiro. Oui, oui, oui, nehum de nós vive sem japas!

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paris contextual

Paris é uma dessas cidades quintescenciais, cidade-símbolo, cidade luz, a cidade mais bonita do mundo. Assim como outras (eu diria aqui principalmente Nova Iorque e Rio de Janeiro) ela parece estar registrada na sua memória, ainda que você nunca tenha pisado lá.

Para destruir alguns mitos, ou ainda confirmá-los, a Context Travel propõe o desafio de apresentar uma Paris diferente da imaginada, uma Paris diferente para cada perfil, para cada grupo, para cada desejo.

Lá você pode descobrir (e agendar) uma Chocolate Walk, com visita às melhores bakeries e lojas de chocolate; um passeio voltado para os mistérios do absinto, no Crazy for Absinthe; um túnel do tempo no Super Intime, Dining in The Age of Madame de Pompadour; uma curiosa aventura em família no Gothic Paris for Families; entre tantos outros, que você descobre preenchendo um rápido formulário ou navegando por todas as opções apresentadas no site.

Vá lá, e descubra a sua Paris!

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