Arquivo do dia: junho 25, 2008

wifando em paris

Confeso a minha ignorância em matéria de wifi e venho aqui neste nossao blog oportuno para dizer que faço minha estréia neste mundo da Internet sem fio em pleno Charle de Gaulle em Paris, enquanto espero uma conexão.

Além de aproveitar para mandar notícias para todos encontrei um amigo madrugador online que me contava que o dia em São Paulo estava frio e feio. Eu lhe disse que o dia aqui estava quente e feio. E juntos cunhamos a frase-de-adesivo “Melhor um dia feio em Paris do que um dia bonito em São Paulo”.

Não sei como está Paris, porque estou fechada no aeroporto (para mim, um doas mais bonitos do mundo), mas já comprei uma Jalouse (uma revista que eu adoro) e vejo passando na TV à minha frente uma chamada para o Festival de Cinema de Paris (vou descobrir mais sobre ele e posto aqui).

Carregar um laptop nas costas é pesado. Poder postar diretamente de Paris, não tem preço!

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le scaphandret et le papillon

Hoje é dia de “O Escafandro e a Borboleta”, às 18h, na programação do Panorama do Cinema Francês no Brasil, que acontece no Reserva Cultural até amanhã.

Vamos aos detalhes técnicos:

Título Original: Le Scaphandre et le Papillon
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento (França / EUA): 2007
Site Oficial: www.lescaphandre-lefilm.com
Estúdio: Pathé Renn Productions / France 3 Cinéma / Canal+ / Région Nord-Pas-de-Calais / The Kennedy/Marshall Company / C.R.R.A.V. Nord Pas de Calais / Ciné Cinémas / Banque Populaire Images 7
Distribuição: Miramax Films / Europa Filmes
Direção: Julian Schnabel
Roteiro: Ronald Harwood, baseado em livro de Jean-Dominique Bauby
Produção: Kathleen Kennedy e Jon Kilik
Música: Paul Cantelon
Fotografia: Janusz Kaminski
Desenho de Produção: Michel Eric e Laurent Ott
Figurino: Olivier Bériot
Edição: Juliette Welfling

A sinopse, de acordo com o site e-pipoca:

Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.

Baseado no livro O Escafandro e a Borboleta, de Jean-Dominique Bauby.

Depois de ler tanto sobre o filme, o bom mesmo é assistí-lo.

O Reserva Cultural fica na Av. Paulista, 900.


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