Arquivo do dia: agosto 18, 2008

promenade chandon: como foi, quem foi…

Mesmo em dias de lei seca, muita gente apareceu na Oscar Freire para o domingo regado a champanhe, incluindo os vips dignos de aparecer na RG Vogue (fotos aqui) e no Glamurama (mais fotos aqui). Teve música, distribuição de brindes, modelos vivos e muita fila para pegar o taxi de volta para casa.

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a frança também é aqui

Isso aqui ôô, é um pouquinho de Paris iáiá!

Eu comecei a escrever este post, pensando em descobrir a influência francesa nas ruas de São Paulo e na sua arquitetura. Flanando* pela internet e pelas cidades, descobri que tudo começou mesmo no Rio de Janeiro, com a chegada no Brasil da Missão Francesa, em 1816.

Segundo consta, respondendo ao convite de Dom João VI, vários pintores (como Jean-Baptiste Debret), escultores e arquitetos formaram a Missão Francesa, liderada por Grandjean de Montigny, arquiteto de renome na Europa e nomeado aqui com o primeiro título oficial de professor de arquitetura.

A primeira obra de Montigny no Rio de Janeiro foi o pórtico da Academia Imperial de Belas-Artes, na rua Jardim Botânico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas, o projeto mais representativo do neoclassicismo à la française é, segundo especialistas, o da Casa França-Brasil, ainda preservado e transformado em um espaço de intercâmbio cultural e artístico.

 

Confeso que quando vi o prédio fiquei um pouco confusa com a idéia de neoclássico, já que a tradução que vemos pelas ruas (pelo menos de São Paulo), nos prédios erguidos entre os anos 80 e 90, são provavelmente o imaginário de neoclássico produzido em massa por aí. Como este predinho comercial, que recebe a descrição “Predio todo decorado ao estilo neoclassico…”

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* Flanêur, objeto para mais um longo post, vem do verbo francês flâner, que significa “passear” (mas sem um roteiro muito pré definido). Um flâneur é aquela pessoa que anda pela cidade para experimenta-la.

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