Arquivo do mês: outubro 2008

brasil rumo ao tour de france 2009

 

 
Aproveitando o fato de que 2009 é o ano da França no Brasil, será a primeira vez um barco brasileiro participará da Tour de France à La Voile, uma regata onde os competidores ficarão atracados por 30 dias na costa francesa, onde conhecerão dez cidades de pouco conhecimento dos brasileiros
 
O projeto tem três etapas: lançamento, participação na regata Tour de France, e a exposição de fotografia e lançamento do livro.  No lançamento, que acontecerá em julho no Brasil, será feito uma apresentação do “Brasil rumo ao Tour de France 2009” para patrocinadores, convidados e imprensa geral.
 
A segunda etapa, a participação da 31ª Tour de France á La Voile 2009, acontecerá de 29 de junho a 31 de julho, reunirá aos competidores um grupo de jornalistas e fotógrafos para registrarem a cultura, o ambiente de cada cidade, onde depois será publicado no livro “Tour de France. Um olhar brasileiro”, de Walter Garcia. Além disso, as fotos ganharão uma exposição no Rio de Janeiro e em São Paulo, que será a terceira etapa do projeto.

A equipe de velejadores será comandada por Maurício Santa Cruz, atleta reconhecido no cenário de vela internacional, e que pretende compor sua equipe com velejadores experientes, de nacionalidade brasileira e francesa.

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serge gainsbourg

Serge Gainsbourg talvez seja o meu cantor francês preferido. Poderia dizer que ele foi o Chico Buarque da França. Um compositor de letras incríveis, um cantor de voz apaixonante porém pouco potente, um amante das mulheres (tendo casado ou se relacionado com mulheres da categoria de Jane Birkin e Brigitte Bardot).

Sua música mais famosa, e também a mais “escandalosa”, é a Je t’aime moi non plus.

Agora, em um momento que o mundo redescobre Serge Gainsbourg, o Musée de la musique em Paris dedica uma exposição ao cantor. Com um grande volume de objetos que pertenceram a ele, além de fotos, ambientações e manifestações paralelas, que homenageiam o cantor.

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a pintura francesa no século XIX

Primeiro livro de uma série que renovou os estudos de história da arte na Europa. Cinco autores abordam aspectos essenciais na formação de movimentos como o realismo, o impressionismo e o pós-impressionismo, em Paris, entre 1848 e 1900. Analisam os argumentos em favor e em oposição a uma “história social da arte”, que compreende as representações como produtos de práticas sociais demarcadas e destacam aspectos pouco estudados, como a influência do feminismo na pintura impressionista.

O livro é da Cosac Naify.

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nosso quase-francês: santos dumont

Talvez o nosso mais famoso quase-francês seja Santos Dumont, o pai da aviação e o pai de muitas outras coisas que nos rodeiam, como o relógio de pulso.

Sempre achei que o nosso “pai da aviação”, como era conhecido, tinha vivido na França por estar ali, no começo do século passado, o centro de toda a cultura européia. Ledo engano. Santos Dumont é neto de franceses, seus avós paternos François Dumont e Euphrasie Françoise Honorée.

Segundo a Wikipedia, “François veio ao Brasil em busca de pedras preciosas para as indústrias de seu sogro, ourives. Teve três filhos no Brasil (Henrique, Victor e um desconhecido) e faleceu cedo. Henrique, pai de Santos Dumont, apoiado pelo padrinho, se formou na “École des Arts et Métiers” (Escola de Artes e Ofícios de Paris), tendo se formado engenheiro.”

Para reafirmar sua identidade franco-brasileira, Santos Dummont assinava sempre Santos = Dummont, equilibrando as suas duas nacionalidades:

Seus primeiros vôos foram performados em Paris, onde viveu boa parte de sua vida.

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hermès em 2009 no brasil

Mais um ícone da sofisticação francesa chegará no Brasil em breve. A tradicional marca Hermès se difere no mercado de luxo por ir além do luxo, atingindo um grau de sofisticação máximo com suas bolsas feitas em um processo totalmente artesanal.

Fundada em 1837, por Thierry Hermès, um artesão que confeccionava acessórios em couro e baús para carruagem, a marca é notória por usar a cor laranja em seus produtos e seduziu estrelas como Grace Kelly – hoje existe uma bolsa com o seu nome -, Catherine Deneuve, Jackie Kennedy, Audrey Hepburn, Sharon Stone, entre outras personalidades.

A loja da marca abrirá em 2009 no Shopping Cidade Jardim em um espaço de 170 metros quadrados onde serão vendidas todas as suas linhas de produto, desde os tradicionais lenços de seda da marca até produtos para casa – passando, obviamente, pelas concorridísimas (ou adoradas) bolsas. 

De acordo com uma pesquisa elaborada pela consultoria inglesa MillwardBrown, a Hermès é a segunda marca mais valiosa do mundo no setor de luxo. Traduzindo em números: US$ 9,63 bilhões. Ela fica atrás apenas da Louis Vuitton, que vale US$ 25,7 bilhões, mas está à frente de ícones como Gucci, Cartier, Chanel, Rolex, Armani e Fendi. 

(Informações da revista Istoé Dinheiro)

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Se você não aguenta esperar até lá, ou acha que nunca poderá ter uma Hermès em suas mãos, não fique triste, faça a sua própria Hermès Kelly de papel, disponível no site da própria marca!

Fofíssimas, não? é só clicar aqui

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um passeio pela paris dominical

Champs Elisees, 1961

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steak tartar

Um dia quente como esses dá vontade de comer quase nada, não é? E apesar de ser sábado, nem com muita caipirinha a feijoada desce. Mas a cozinha francesa tem uma solução: o steak tartar. É fresco, saboroso e delicioso.

Para quem nunca comeu, pode até parecer estranho, já que o principal ingrediente do prato é carne crua, geralmente cortada na ponta da faca. O prato clássico, de origem russa, ganhou notoriedade graças aos franceses que sabem como ninguém temperar a carne com mostarda, ketchup, cebola, alcaparras, salsinha, cebolinha, tabasco, pimenta-do-reino e molho inglês.

Veja aqui uma receita do prato feita por Erick Jacquin, chef do La Brasserie, onde se pode comer um dos melhores steaks tartar da cidade.

Outros restaurantes que servem o prato são:

Astor, que vem com um ovo de cordorna em cima 

Ici Bistrô, acompanhado de batatas fritas, como é de praxe

Paris 6, steak tartar, 24 horas por dia

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