Arquivo do mês: novembro 2008

suíte francesa – relatos de uma frança ocupada

“Irène Némirovsky começou a escrever Suíte francesa em 1941, refugiada num povoado francês. Dividido em duas partes, o livro traça um retrato impiedoso da França vencida e ocupada pelos alemães, transformando em ficção fatos que Irène provavelmente presenciara: a debandada dos parisienses às vésperas da invasão nazista, o cotidiano de um vilarejo sob ocupação inimiga, e o drama de uma mulher cujo filho é prisioneiro dos alemães.

Presa e levada para Auschwitz, Némirovski morreu logo depois de terminar o livro. O manuscrito foi salvo pelas filhas e pela governanta, que pensavam tratar-se de um diário. As letras microscópicas revelaram, 62 anos depois, uma obra implacável, um verdadeiro painel da França durante esse doloroso episódio. A edição inclui um anexo com anotações pessoais e a correspondência da autora.”

nemirovsky

A autora, nascida em Kiev (em fevereiro de 1903), estudou, viveu e se refugiou na França. Ela estudou na Sorbonne e começou a escrever quando tinha apenas 18 anos. Morreu em Auschwitz, sem ter a cidadania francesa conquistada, e apesar de ter se convertido ao catolicismo.

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galeria vermelho com curadoria francesa

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Com curadoria da francesa Audrey Illouz, a coletiva Silêncio! tem trabalhos de Nathalie Brevet & Hughes Rochette, Manon de Bôer, Joseph Dadoune, Marilá Dardot, Angela Detanico & Rafael Lain, Anne Durez, Laurent Fievet, Mauricio Ianês e Manuela Marques, e está sendo realizada com o apoio do Consulado Geral da França, em São Paulo, e da Embaixada de Israel, em Brasília.

Audrey Illouz é responsável pela produção executiva do Centre Photographique d’Ile-de-France (Pontault-Combault, França). Interessada pelo movimento Tropicalista, e mais especificamente pela música Palavra em Palavra do disco Araçá Azul (1972), de Caetano Veloso, fez a curadoria de Silêncio! imaginado os gritos gritados e reprimidos durante a ditadura militar, para abordar o paradoxo entre discurso (a palavra) e a ação (gritar), mas, sobretudo, no grito como fundamento na elaboração do discurso (um som que não é ainda uma palavra articulada).

Interessante ver a percepção e o olhar de uma francesa, com o histórico das lutas francesas, sobre as nosas lutas e reações particulares.

A exposição fica até o dia 17 de janeiro de 2009, na Galeria Vermelho

R. Minas Gerais, 350 – Consolação – Centro. Telefone: 3138-1520
Terça a sexta: 10h às 19h.
Sábado: 11h às 17h.

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o encanto da língua francesa…

especialmente quando falada por uma criança com muita imaginação. Veja este vídeo! Vai se tornar, com certeza, um dos seus preferidos.

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Once upon a time… from Capucha on Vimeo.

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