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dito, dalva, alex e alain

O novíssimo e já badalado restaurante brasileiro da cidade tem muitos detalhes e sabores para serem apreciados, mas o que nos leva a falar sobre ele aqui no nosso OuiOui é que um chef francês que comanda a sua cozinha. Dito, em homenagem a São Benedito, padroeiro dos cozinheiros, juntamente com Dalva, alusão à estrela Dalva, se juntam ao compadre Alex Atala, que é dono do novo empreendimento, e deixam a cozinha nas mãos do nosso francês Alain Poletto (o Poletto vem da sua ascendência italiana, que se mistura à francesa).

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Mas por que um francês metendo a mão em cumbuca brasileira? 

E por que não?

Ele traz a idéia e os conceitos da culinária francesa, para uma muito bem garimpada e pesquisada comida brasileira. Basta dizer que comi uma deliciosa galinha d’angola, recheada de ratatouille!

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aguardando ansiosamente o le buteque

Já há algum tempo temos ouvido falar da nova casa do chef Erick Jacquin, que está mais para bar do que para restaurante, que deve ser aberta na Haddock Lobo, bem perto de outro restaurante francesinho, o Paris 6. Mas só na semana passada, no entanto, vi a fachada do Le Buteque e a certeza de que o local, que deveria ter sido inaugurado ainda no ano passado, está quase lá.

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Te aguardamos ansiosamente, monsieur Jacquin!

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ano da frança no brasil: parcerias

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Sempre que existe uma comemoração especial como esta, são esperadas parcerias entre marcas e restaurantes, espaços e estilistas, revistas e jornalistas.

A primeira sobre a qual tive notícia (e que muito me animou) foi a parceria entre a Moet Chandon e o restaurante Le Chef Rouge, que foi escolhido pela marca francesa de champanhes como o restaurante oficial da Chando durante 2009.

Com esse anúncio, o restaurante foi todo reformado e ficou ainda mais charmoso, sendo que as principais mudanças ficaram por conta da sala privê, que foi toda decorada à la Chandon, com fotos de famosos de todas as décadas brindando com a champanhe. O lustre da sala foi todo decorado com xícaras e pires, lembrando de alguma forma as ambientações alucinantes de Alice no País das Maravilhas…

Volto com fotos o quanto antes!

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a cozinha francesa, por uma família francesa

Ontem fiquei babando no livro Cozinha Francesa da Larousse, que conta a história desta culinária tão admirada através dos relatos e receitas de uma família local. Não sei porque não comprei, falta de tempo, talvez, mas vou encomendar o meu aqui, já.

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Bom, o livro faz parte da série “A Cozinha das 7 Famílias” que passeia por culturas como das Antilhas, da Índia, da Tailândia e do México e, no caso da nossa família francesa, é escrito pela mãe, Véronique Cauvin. O livro leva o leitor a descobrir, pelas histórias da família, um pouo mais sobre o patrimônio gastronômico da França de uma forma muito original.

Além da mãe Véronique, contamos com a presença de Patrick, o pai, Zoé, a filha, Arthur, o filho, Monique, a avó e Jean-Paulo, o avó, suas receitas a histórias contadas à mesa.

Não é irresistível?

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os mais mais

Esta semana completo 10 anos de namoro, uma coisa louca e longa que já embala um terço da minha vida nesta Terra. E então, comecei a pensar em onde comemorar estes 10 anos, ou qual seria o restaurante ideal para esta ocasião.

Os franceses, claro, sempre aparecem como opção romântica e perfeita. Quem é que nunca pensou em um restaurante francês para uma noite especial? Pensando nisso, comecei a me lembrar de todos os restaurantes franceses, francesinhos ou metido a franceses que já fui (já fomos) nestes 10 anos, e me lembrei de alguns, e de como me senti neles.

Me lembrei da minha felicidade em comer a quiche de queijo da cabra no La Tartine, e especialmente, nos dias frios, devorar um couscous marroquino como só eles sabem fazer. La no La Tartine, me lembrei de todas as felizes vezes que coincidiu de ser o dia da música ao vivo.

Pensei ainda nos steaks tartar que comi, no Le Chef Rouge (que recentemente fez uma pequena reforma), no Ici e no La Brasserie – que, de todos, é o mais genial, com a carne no ponto certo (sim, a carne é crua mas tem ponto certo) e com tempero perfeito. Os dos outros também são muito bons, mas como este não tem igual.

Lá no Le Chef, já me deliciei com o macarrão com coxas de rã e creme, que não existe mais, e continuo a lamber os beiços pelo fettucine com perdiz. Ai ai.

E aí vem os doces, que não são minha preferência, mas que ainda assim sei saborear, como os macarrons da Douce France e os docinhos do Paris 6, especialmente tomados com uma taça de champanhe.

Tive ainda a oportunidade de entrar em um verdadeiro francês, de chefe francês, porém na China. A vista era deslumbrante, o chefe era o renomado Jean-Georges, a conta saiu baratíssima (sem brincadeira) e eu não consigo me lembrar o que foi que eu comi. Mas a experiência, ainda assim, foi muito especial.

Para Paris ainda não fomos juntos, para que eu possa incluir na lista um restaurante francês na França – mas prometo incluí-lo em breve!

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tortas para um natal francesinho

O Natal está se aproximando tão rápido e você não teve tempo de preparar nada? Quer colocar um pouco de charme francês na sua mesa natalina? Você pode ter as duas coisas com as tortas do restaurante francês Chef Rouge

http://guia1.folha.com.br/guia/restaurantes/francesa/11497/chef_rouge

As tortas salgadas e doces são assinadas pela chef Renata Braune e seguem a tradição francesa. 

Entre as salgadas, os destaques são as quiches morue –feita com bacalhau (R$ 71)– e a fromages, com queijos alouette, queijo de cabra e gruyère (R$ 65,50). Cada quiche rende até 12 pedaços.

No cardápio de tortas doces, está a succès chocolat, preparada com discos de biscuit de amêndoas recheados com creme de chocolate (R$ 69).

A torta tarte Rive Gauche também é uma opção; feita com musse de iogurte, recheio de morango e coberta com merengue italiano e frutas vermelhas da época (R$ 76).

Fonte: Guia da Folha

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para estes dias quentes, salada niçoise

Recentemente comi no restaurante Spot uma salada bem francesinha chamada Salada Niçoise. A receita, uma especialidade da região de Nice, na França, contém uma mistura perfeita de ingredientes para um almoço ou jantar leve e super equilibrado.

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A versão do Spot, bem próxima da verdadeira, apresenta separadamente os ingredientes: seleção de folhas, atum fresco grelhado, ovo cozido, batata grelhada, tomate, vagem fina e azeitona preta, além de uma fatia de pão, também grelhado.

Em algumas versões francesas aparecem também anchovas ou atum em lata.

Delicioso para tomar com um vinhozinho branco, esperando o fim de ano chegar!

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O site Panelinha sugere uma Niçoise com:

1 lata de atum em conserva
1 maço de alface lisa
200 g de vagem 
2 tomates médios
2 ovos 
2 batatas médias
1/4 de pimentão verde
1/4 de pimentão vermelho
1/4 de pimentão amarelo
6 filés de anchovas em conserva
2 colheres (sopa) de azeitonas verdes
1 colher (sopa) de salsinha picada 

Veja a receita completa aqui

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