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caravana de autores franceses

Se dos franceses você só leu e só conhece os clássicos, prepare para começar a ver por aí referência a muitos nomes de novos autores, e ficar com vontade de ler tudo. Li no site oficial do evento que a França vai enviar três caravanas de autores para participar de eventos do Ano da França no Brasil. Organizadas por Jérémie Desjardins, responsável pelas mediatecas da embaixada da França no Brasil, as caravanas acontecerão ligadas aos principais eventos literários do País: a Flip (em Paraty), a Bienal do Livro, a Festa do Livro (em Porto Alegre), o Fórum das Letras de Ouro Preto, a Bienal do livro de Recife, entre outros. 

Em tempo, Jérémie também faz a ponte entre os eventos literários e as editoras e escritores franceses. 

Outra coisa interessante é que, justamente para estimular a publicação dos autores franceses, foi criada a Coleção França.Br 2009, um carimbo que será dado a todos os livros com apoio oficial francês. As editoras Record, Objetiva, Companhia das Letras, Jorge Zahar, entre outras, receberão 180 mil euros para a publicação de títulos franceses nas áreas de literatura e ciências humanas e sociais, além de, com um foco menor, livros de ficção.

É esperar para ler!

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o pequeno príncipe em quadrinhos

 

o pequeno principe

O Pequeno Príncipe também entrou na onda da reedição de clássicos no formato de quadrinhos. O livro que já tem 65 e é a publicação francesa mais vendida do mundo, ganhou recentemente uma versão em quadrinhos feita Joann Sfar, autor de “O gato do rabino” e “Pequeno vampiro vai à escola”, ambos já publicados no Brasil.

A revista francesa Lire, aliás, chegou a eleger “O pequeno príncipe” em quadrinhos como a melhor HQ do ano.

Agora é com você. Abrir o novo livro e recordar todas as emoções que o original te trouxe, como disse o autor na época do lançamento desta versão na França: “Acho que cada um tem sua história com ‘O pequeno príncipe’. Para mim, foi o livro em que aprendi o que era a morte e também as aquarelas”

Para mim, foi o livro que mais me marcou “imageticamente falando”. Aquela jibóia nunca saiu da minha cabeça

10_jiboia

”Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer.”

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suíte francesa – relatos de uma frança ocupada

“Irène Némirovsky começou a escrever Suíte francesa em 1941, refugiada num povoado francês. Dividido em duas partes, o livro traça um retrato impiedoso da França vencida e ocupada pelos alemães, transformando em ficção fatos que Irène provavelmente presenciara: a debandada dos parisienses às vésperas da invasão nazista, o cotidiano de um vilarejo sob ocupação inimiga, e o drama de uma mulher cujo filho é prisioneiro dos alemães.

Presa e levada para Auschwitz, Némirovski morreu logo depois de terminar o livro. O manuscrito foi salvo pelas filhas e pela governanta, que pensavam tratar-se de um diário. As letras microscópicas revelaram, 62 anos depois, uma obra implacável, um verdadeiro painel da França durante esse doloroso episódio. A edição inclui um anexo com anotações pessoais e a correspondência da autora.”

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A autora, nascida em Kiev (em fevereiro de 1903), estudou, viveu e se refugiou na França. Ela estudou na Sorbonne e começou a escrever quando tinha apenas 18 anos. Morreu em Auschwitz, sem ter a cidadania francesa conquistada, e apesar de ter se convertido ao catolicismo.

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uma bruxa em paris

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Um passeio divertido a Paris, de carona na vassoura da bruxa, que apareceu de calcinha no desfile de moda! Uma Paris divertida, com o louvre e muita aventura:

“Quando ficou sabendo do concurso de moda que aconteceria em Paris, Bruxa Onilda não perdeu tempo – criou um figurino mais que original e foi voando para lá. Só que sua vassoura estava com problemas mecânicos e ela acabou caindo dentro do Museu do Louvre! Pobre Bruxa Onilda! Foi perseguida pelos guardas e teve de fugir por uma janela. Depois de muita confusão, acabou vencendo o concurso. Não pelo seu vestido, mas pela roupa de baixo, que ficou à mostra durante todo o desfile.”

de Enric Larreula e Roser Capdevila

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o brasil francês

“Em O BRASIL FRANCÊS, Andrea Daher analisa as características da missão francesa no Brasil – que buscava a cristianização e a ocidentalização dos selvagens -, a partir de um estudo da colônia do Maranhão. A autora compara os discursos dos capuchinhos franceses com os dos jesuítas portugueses e reflete com sutileza sobre os diferentes olhares desses colonizadores. O livro acompanha também os destinos de seis tupinambás em Paris, onde chegaram levados por padres.”

O livro está à venda no site da Americanas.com

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o nobel de literatura é francês!

Em notícia da Folha:

Prêmio Nobel de Literatura 2008 foi concedido ao escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio por sua “obra de ruptura”, anunciou a academia sueca.

Jessica Gow/AP
O escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, vencedor do Nobel de literatura deste ano
O escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, vencedor do Nobel de literatura deste ano; autor tem livros publicados no Brasil

A academia sueca escolheu Le Clézio porque é um “escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual. É um explorador da humanidade além e por baixo da civilização reinante”.

Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em 1940 em Nice, na França. Formou-se em letras e, em 1963, aos 23 anos de idade, ganhou o prêmio literário Renaudot por seu livro “Le Procès-Verbal”.

Entre seus livros publicados no Brasil estão “O Africano”, “A Quarentena” e “Peixe Dourado”.

Le Clezio receberá em 10 de dezembro um cheque de 10 milhões de coroas suecas (mais de um milhão de euros, cerca de R$ 3,4 milhões) na solene cerimônia de entrega dos Nobel.”

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Os livros traduzidos para o português

O livro onde o autor tenta capturar a imagem do pai médico, com quem se mudou para a África ainda menino em 1948. Na Livraria Cultura

Peixe Dourado, na Livraria Cultura

A Quarentena, na Livraria Cultura

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os mais lindos livros franceses

Só a França mesmo para ter um concurso chamado “Les plus beaux livres français”ou “os mais lindos livros franceses”.  

Entre no site e confira

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