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gil e aznavour dão boas vindas ao ano da frança no brasil

“Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e Charles Aznavour, ícone da canção francesa e freqüente em palcos brasileiros, cantaram nesta segunda-feira para os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy, no Rio de Janeiro. O evento antecipa o ano da França no Brasil, cujas comemorações acontecem durante 2009 e se inauguram oficialmente em abril.

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os presidentes e a primeira-dama francesa, Carla Bruni, saíram antes de acabar o show, “marcado por problemas de som e falhas de estrutura”.

Gil, só com seu violão, foi o primeiro a subir ao palco da sala de shows no Rio, cantando somente “Andar com Fé” e “Touche Pas à Mon Pote”, esta em francês. Em seguida, Aznavour pincelou suas décadas de repertório, acompanhado de sua orquestra, e foi aplaudido de pé.

Para fechar o espetáculo, Lenine cantou, entre outras músicas, o hino ao ano francês no Brasil, de sua autoria. Durante este último show, os chefes de Estado e Carla Bruni deixaram o local.”

Da revista Rolling Stones

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o bis de charles aznavour

Depois do show de ontem, dia 11 de setembro, Charles Aznavour promete mais uma apresentação em São Paulo, no próximo dia 25 de setembro. Mais uma chance para que não foi, ver um dos ícones da música francesa cantando seus mais famosos hits! E pedir bis!

Ah! Antes de voltar para São Paulo, o cantor ainda passa por Recife (hoje), Fortaleza (13/09), Goiânia (16/09), e Rio de Janeiro (20/09).

Aqui, no Terra Magazine, uma bonita reportagem sobre o show de ontem.

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oui, charles aznavour de volta. prepare-se

Sim, Charles Aznavour mal veio e já está voltando. Sorte nossa! Em abril deste ano, o cantor anunciou que fazia a sua última apresentação em terras brasileiras, mas cinco novas apresentações já foram anunciadas para setembro próximo em São Paulo (dia 11), Recife (dia 12), Fortaleza (dia 13), Goiânia (dia 16) e Rio de Janeiro (dia 20).

Nascido em Paris com o nome de Chahnour Varinag Aznavourian, o cantor é filho de um casal de armênios que fugiram do massacre turco. A mãe do cantor era atriz e o pai, barítono, fazendo com que o ícone da música francesa crescesse em um ambiente de artistas e poetas.

“Eu sou um artesão, um homem tranqüilo que escreve e faz suas canções”, afirmou o cantor quando esteve em São Paulo.

Autor de mais de mil canções, em mais de 70 anos de carreira, Aznavour conta que gosta das diferentes interpretações que são dadas às suas músicas e que sempre tenta absorver influências dos países onde se apresenta. No caso do Brasil, Tom Jobim e João Gilberto tiveram peso sobre sua visão musical. Aznavour disse que conheceu o músico baiano em um jantar e delcarou ter tido o privilégio de conhecer a bossa nova antes da França e dos EUA. 

Em São Paulo, o show ocorre no Via Funchal, em Recife, no Chevrolet Hall, em Fortaleza, no Siara Hall, em Goiânia, na Arena Goiânia, e Rio, no Vivo Rio.

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Leia mais sobre a última turnê do cantor aqui

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oui, oui, nós temos charles aznavour

O cantor francês Charles Aznavour se apresentou na semana passada por aqui. O show fez parte da excursão mundial “Farewell Tour”, que já foi anunciada como a despedida dele dos palcos (o que foi prontamente desmentido pelo octagenário e lengendário cantor).

Folha fez uma entrevista com ele antes da sua vinda… e algumas perguntas/respostas me chamaram atenção:

Folha – Qual sua relação com o público brasileiro e como você o define?

Charles Aznavour – Eu não vivo no Brasil, logo não posso dizer qual minha relação com o público brasileiro. Fui cinco ou seis vezes ao Brasil, e sempre foi muito agradável. Acho que o Brasil tem uma população que entende o francês, e esses fazem parte do meu público. Outros vêm por curiosidade.

Folha – Você conhece a música brasileira?

Aznavour – Sim, conheci muito bem. Quando fui pela primeira vez ao Brasil, havia uma cantora chamada Marlene, que tinha cantado no programa de Edith Piaf no Bobino de Paris por muito tempo, e de quem Piaf gostava muito. E a conheci porque eu morava na casa de Piaf. E quando cheguei ao Brasil, Marlene me disse: ‘Preparei uma surpresa para você, vou te mostrar o que há de mais novo aqui’. Ela tinha preparado uma noite com Jobim, João Gilberto, Elizeth Cardoso. Em uma noite, conheci o Brasil. Havia também um rapaz chamado Santos que morreu num desastre de avião e que cantava maravilhosamente bem…

Folha – Agostinho dos Santos?

Aznavour – Isso mesmo. Ele cantava uma das maravilhosas canções que ouvi nessa noite. Tinha uma que se chamava qualquer coisa do sol. Era assim. La la la la…

Folha – “Estrada do Sol”?

Aznavour – Isso mesmo. Conheci outras cantoras, mas não pessoalmente. Maysa, Simone, todas as pessoas que cantam bem.

A entrevista completa, aqui

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