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para estes dias quentes, salada niçoise

Recentemente comi no restaurante Spot uma salada bem francesinha chamada Salada Niçoise. A receita, uma especialidade da região de Nice, na França, contém uma mistura perfeita de ingredientes para um almoço ou jantar leve e super equilibrado.

salada

A versão do Spot, bem próxima da verdadeira, apresenta separadamente os ingredientes: seleção de folhas, atum fresco grelhado, ovo cozido, batata grelhada, tomate, vagem fina e azeitona preta, além de uma fatia de pão, também grelhado.

Em algumas versões francesas aparecem também anchovas ou atum em lata.

Delicioso para tomar com um vinhozinho branco, esperando o fim de ano chegar!

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O site Panelinha sugere uma Niçoise com:

1 lata de atum em conserva
1 maço de alface lisa
200 g de vagem 
2 tomates médios
2 ovos 
2 batatas médias
1/4 de pimentão verde
1/4 de pimentão vermelho
1/4 de pimentão amarelo
6 filés de anchovas em conserva
2 colheres (sopa) de azeitonas verdes
1 colher (sopa) de salsinha picada 

Veja a receita completa aqui

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três posts em um

galette

Já falamos aqui do restaurante Le Petit Trou, de crepes francesas e de Serge Gainsbourg. Neste post, os três assuntos se juntam em um, já que o Petit Trou, que tem nome em homenagem ao cantor e compositor Serge Gainsbourg, organiza um festival de crepes e galettes.

O festival vai até o dia 23 de novembro e promove a experimentação de galettes (que são preparadas com trigo sarraceno e servidas com recheios salgados), e de crepes (feitas com farinha branca e recheios doces), 9 ao todo.

Destaques para:

Galettes de endívias e presunto cru,

alcachofra ao creme gorgonzola, camarão ao vinho do porto

maçã, presunto de peru e queijo gruyère

Crepes de morango ao chocolate branco

e compota de maçã com espuma de morangos.

Pedindo uma das receitas do festival, o visitante recebe uma caneca de sidra, a bebida perfeita para os pratos da Borgonha.

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E você pode sair cantando ao som de “Le poinçonneur des Lilas”, a música cujo refrão dá nome ao restaurante

“Je suis le poinçonneur des Lilas
Le gars qu’on croise et qu’on ne regarde pas
Y a pas de soleil sous la terre, drôle de croisière
Pour tuer l’ennui, j’ai dans ma veste
Les extraits du Reader’s Digest
Et dans ce bouquin y a écrit
Que des gars se la coulent douce à Miami
Pendant ce temps que je fais le zouave
Au fond de la cave
Parait qu’il y a pas de sots métiers
Moi je fais des trous dans les billets

Je fais des trous, des petits trous, encore des petits trous
Des petits trous, des petits trous, toujours des petits trous
Des trous de seconde classe, des trous de première classe.”

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steak tartar

Um dia quente como esses dá vontade de comer quase nada, não é? E apesar de ser sábado, nem com muita caipirinha a feijoada desce. Mas a cozinha francesa tem uma solução: o steak tartar. É fresco, saboroso e delicioso.

Para quem nunca comeu, pode até parecer estranho, já que o principal ingrediente do prato é carne crua, geralmente cortada na ponta da faca. O prato clássico, de origem russa, ganhou notoriedade graças aos franceses que sabem como ninguém temperar a carne com mostarda, ketchup, cebola, alcaparras, salsinha, cebolinha, tabasco, pimenta-do-reino e molho inglês.

Veja aqui uma receita do prato feita por Erick Jacquin, chef do La Brasserie, onde se pode comer um dos melhores steaks tartar da cidade.

Outros restaurantes que servem o prato são:

Astor, que vem com um ovo de cordorna em cima 

Ici Bistrô, acompanhado de batatas fritas, como é de praxe

Paris 6, steak tartar, 24 horas por dia

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bistrô conexão paraty-são paulo

Chef e dono do Le Castellet, em Parati (RJ), o francês Yves Lepide mantém em São Paulo o Le Poème Bistrô em parceria com Petrit Spahija, marido da atriz Maria Fernanda Cândido. O lugar é super aconchegante e traz no cardápio pratos típicos de bistrô como os omeletes, quiches e croques (com as opções monsieur, madame e o Le Poème, que vem com fatias de magret de cannard), além de uma boa opção de crepes e pratos quentes. 

O restaurante fica na Rua Joaquim Antunes, 98, em Pinheiros.

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batata rösti por rita lobo

Depois do salmão, da terrine, do coq au vin, a batata rösti complementa o jantar à francesa por Rita Lobo. Depois, bem, depois só as sobremesas…. logo em próximos posts.

Às batatas:

Ingredientes
6 batatas grandes
1 xícara (chá) de agrião (somente as folhas)
1 cebola roxa pequena
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 pitada de noz-moscada ralada na hora
sal a gosto

Modo de preparo

1.Numa panela média, coloque as batatas, 2 litros de água e 1 colher (chá) de sal. Leve ao fogo alto e, quando ferver, deixe cozinhar por 15 minutos. Retire as batatas e deixe esfriar.

2.Numa tábua, pique fino o agrião e a cebola. Reserve.

3.Quando as batatas esfriarem, descasque-as e passe no lado grosso do ralador. Transfira a batata ralada para uma tigela e tempere com noz moscada.

4.Numa frigideira antiaderente, refogue a cebola com 1 colher (chá) de azeite de oliva por 5 minutos em fogo médio. Junte o agrião, tempere com sal e misture bem.

5.Leve outra frigideira antiaderente ao fogo médio por 1 minuto. Coloque 1 colher (sopa) de azeite e espalhe metade da batata ralada. Acrescente o agrião e a cebola sobre a batata e cubra com a outra metade da batata ralada. Regue com o restante do azeite e deixe fritar por 10 minutos ou até que embaixo se forme uma casquinha dourada. Para virar a batata, transfira-a com uma espátula para um prato; coloque a frigideira virada de cabeça para baixo sobre o prato; segure os dois juntos com um pano de prato e vire.

6.Leve a frigideira de volta ao fogo e deixe a batata dourar por mais 15 minutos. Transfira para um prato e corte em 6 partes.

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comidinha francesa sem mistério

Recebi hoje um e-mail-convite irresistível do Madame Aubergine (um delicioso espaço culinário em São Paulo). No dia 3 de julho eles darão uma aula chamada Francês, clássico, porém sem mistério!”, sob comando da chef Talitha Barros. A idéia é desmistificar um pouco a complicaçao da comida francesa, fazendo um cardápio com alguns de seus mais famosos e simples (porém deliciosos) pratos:

 

Mini croque-madame

Salada niçoise

Terrine de queijo de cabra com figo

Steak tartar

Crepe suzette

 

 

A aula será demonstrativa, com degustação. Mais informações no www.madameaubergine.com.br

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nossos franceses: erick jacquin

Na nossa empreitada entre OuiOui e Japas, acabamos sempre esbarrando em um tema de um quando estamos procurando assunto para o outro. E foi numa dessas que, comprando a Gula especial do Centenário da Imigração Japonesa, “flagrei” o Jacquin fazendo miojo!

O Jacquin (Erick Jacquin) é um dos grandes cozinheiros franceses, com sotaque e tudo, que escolheram o Brasil para espalhar suas gostosuras. Ele é especiaista em foie gras (aliás, gostaria de saber o que ele acha do foie gras preparado pelo Mura no Kinoshita) e, segundo o artigo na Gula, adora Miojo. Sim, ele diz “Compro miojo para não cozinhar”. 

O chef, natural de Dun Sur (França Central) chegou no Brasil em 1995, trabalhou no Le Coq Ardy, depois no Café Antique e hoje comanda o restaurante que leva seu nome: La Brasserie Erick Jacquin. Lá, volta e meia ele muda o cardápio, mas mantem sempre um foie gras (pelo menos!) e seus pratos de brasserie (hambuger, omelete, steak tartar…). Mistura português com francês, assim como mistura ingredientes brasileiros com preparos franceses.

Em 2003, naturalizou-se brasileiro! E diz: “Sou um francês de coração brasileiro”

 

* Eleito Chef do Ano pela Veja São Paulo

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