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aprendiz de cozinheira: croissant

A minha nova diversão é tentar reproduzir com o mínimo de erro (e o máximo de sabor), receitas que encontro por aí. Ainda não me aprofundei muito nas receitas francesas porque acho que ainda preciso de mais conhecimento e mão na massa.

Bom, numa dessas minhas buscas por receitas, encontrei um simpático blog de duas aprendizes que têm levado a coisa bem mais a sério do que eu. E, o mais legal, a última aula delas foi sobre croissant!

As fotos estão aqui,

mas o texto sobre a aula você vê clicando aqui.

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pão, doce e pão

Quer um café da manhã charmoso para o domingo ou uma alegria para adoçar a semana? O grupo Le vin acaba de abrir a Le Vin Boulangerie na frente do Le Vin da Alameda Tietê.  

A boulangerie tem croissant au chocolat, croissant de amêndoas, brioches e pães especiais, além de terrines salgadas e doces assinados pelo chef-pâtissier Henry Schaëffer (discípulo do francês Gaston Lenôtreque) como a tartine de chocolate com limão-siciliano e a bomba de chocolate.

A dica é comer por lá ou escolher algumas delícias para fazer um picnic por aí, bem à moda francesa – em casa ou em algum cantinho verde que se possa encontrar pela cidade. Minhas dicas são: Parque Trianon ou Praça General San Martin (mapinhas abaixo).

      

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Picnic – Pique-nique . . . a palavra foi inventada pelos franceses. Eles realmente entendem do assunto. A história conta que os primeiros picnics eram feitos em espaços fechados no século 17, e os convidados deveriam trazer um prato para dividir, picar. No século 19 o termo passou a ser usado para identificar eventos sociais em áreas externas (como neste quadro de Manet) onde cada convidado deveria contribuir com alguma comida ou “entretenimento”.

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Cestas de picnic fashion e práticas (uma pena que nenhuma esteja à venda no Brasil)

 

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Ouiouioui, e Bon appétit!!!

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ícones franceses: os pães

O mais famoso deles talvez seja o croissant , falado e comido de boa cheia por todos os cantos do mundo. A nossa vizinha Argentina tem sua própria versão, a medialuna, ou meia lua, que se difere no uso de alguns ingredientes e é um pouquinho mais “seca”.

Mas fato é que, como existe muita divergência sobre a origem do croissant – a Wikipedia fala em Polônia, Austria, entre outros – resolvi eleger outro pão como o pão mais francês: o brioche !

Sim, sim, pensei na baguete  também, que faz parte do dia-a-dia dos franceses e ajuda a medir o nível de crise no país (um querido amigo conta que quando em Paris começaram a vender meia baguete todo mundo se assustou… era um sinal de que a economia não ia nada bem). Mas me parece um pão mais difundido, e até confundido com outros pães que temos por aqui. Por isso, mais uma vez, o brioche! 

O brioche é inconfundível e quase irreproduzível (veja os passos fotográficos da receita aí embaixo). É um pão enriquecido (o que quer dizer basicamente que leva muita manteiga e muito ovo) e classicamente vem neste formato  mas pode aparecer também em forma de pão de fôrma e de trança. De acordo com a Wikipedia, existem menções a este tipo de pão já no século 13, mas acredita-se que ele seja ainda mais antigo, descendendo de um tipo de pão romano.

O genial é que o brioche consegue ser tão leve e tão delicado, apesar da quantidade de manteiga que vai na sua receita. Para mim, alguns dos melhores da cidade podem ser encontrados no Le Vin Patisserie na Alameda Tietê e, obviamente, no Douce France, onde o chef patissier Fabrice Le Nud faz e vende seus deliciosos pães (sim, apesar do Douce no nome, tem pão também) – e ele dá a receita do brioche em seu site.  

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