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ícones franceses: os pães

O mais famoso deles talvez seja o croissant , falado e comido de boa cheia por todos os cantos do mundo. A nossa vizinha Argentina tem sua própria versão, a medialuna, ou meia lua, que se difere no uso de alguns ingredientes e é um pouquinho mais “seca”.

Mas fato é que, como existe muita divergência sobre a origem do croissant – a Wikipedia fala em Polônia, Austria, entre outros – resolvi eleger outro pão como o pão mais francês: o brioche !

Sim, sim, pensei na baguete  também, que faz parte do dia-a-dia dos franceses e ajuda a medir o nível de crise no país (um querido amigo conta que quando em Paris começaram a vender meia baguete todo mundo se assustou… era um sinal de que a economia não ia nada bem). Mas me parece um pão mais difundido, e até confundido com outros pães que temos por aqui. Por isso, mais uma vez, o brioche! 

O brioche é inconfundível e quase irreproduzível (veja os passos fotográficos da receita aí embaixo). É um pão enriquecido (o que quer dizer basicamente que leva muita manteiga e muito ovo) e classicamente vem neste formato  mas pode aparecer também em forma de pão de fôrma e de trança. De acordo com a Wikipedia, existem menções a este tipo de pão já no século 13, mas acredita-se que ele seja ainda mais antigo, descendendo de um tipo de pão romano.

O genial é que o brioche consegue ser tão leve e tão delicado, apesar da quantidade de manteiga que vai na sua receita. Para mim, alguns dos melhores da cidade podem ser encontrados no Le Vin Patisserie na Alameda Tietê e, obviamente, no Douce France, onde o chef patissier Fabrice Le Nud faz e vende seus deliciosos pães (sim, apesar do Douce no nome, tem pão também) – e ele dá a receita do brioche em seu site.  

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france douce france

Foi na Douce France que pela primeira vez comi um macaroon.

Foi lá que descobri o melhor mil folhas da cidade.

E lá que degustei meu primeiro sorbet de chocolate!

Premiada pela revista Veja em 2003 quando tinha apenas dois anos de existência, a charmosa confeitaria é comandada pelo francês Fabrice Le Nud, há oito anos no Brasil. Fica na Alameda Jaú, em uma casa com varanda envidraçada onde se podem degustar delícias da patisserie francesa. Os mini docinhos são a pedida ideal para quem não quer ter o olho maior que a barriga, mas ainda assim quer provar mais de um.

Ah! Os chocolates também são muito bons, assim como o brioche, e o sorbet de goiaba, e as tortas pra viagem….

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macaroon de que?

Macaroon virou coisa chique e em seguida virou coisa “corriqueira”, aparecendo em muitos cardápios da cidade. 

A delicada bolachinha (deve ser uma heresia chamar de bolachinha tal doce…) é feita à base de claras de ovos, açúcar de confeiteiro e farinha de amêndoas, e recheada com os mais variados sabores que por aqui já se abrasileiraram com toques de cajá, manga, maracujá, coco, cupuaçu e bacurí.

Deu vontade? Prove:

Opera Ganache

Pati Piva

Douce France

 

 

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