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steak tartar

Um dia quente como esses dá vontade de comer quase nada, não é? E apesar de ser sábado, nem com muita caipirinha a feijoada desce. Mas a cozinha francesa tem uma solução: o steak tartar. É fresco, saboroso e delicioso.

Para quem nunca comeu, pode até parecer estranho, já que o principal ingrediente do prato é carne crua, geralmente cortada na ponta da faca. O prato clássico, de origem russa, ganhou notoriedade graças aos franceses que sabem como ninguém temperar a carne com mostarda, ketchup, cebola, alcaparras, salsinha, cebolinha, tabasco, pimenta-do-reino e molho inglês.

Veja aqui uma receita do prato feita por Erick Jacquin, chef do La Brasserie, onde se pode comer um dos melhores steaks tartar da cidade.

Outros restaurantes que servem o prato são:

Astor, que vem com um ovo de cordorna em cima 

Ici Bistrô, acompanhado de batatas fritas, como é de praxe

Paris 6, steak tartar, 24 horas por dia

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foie gras, foie gras

É tempo, e hora!, de froie gras

Quem avisa é Erick Jacquin, grand chef do La Brasserie, que está promovendo no restuarante, o III Festival de Foies Gras, até dia 16 agosto. Erick é reconhecido mestre de receitas com o disputado fígado de ganso ou patoi, que ele mandou vir especialmente da terrinha.

São 15 pratos, com foie gras quentes e frios, com pastas, vieiras, terrines, amêndoas, mel e outros segredinhos.

Dia 14, oferece menu degustação com harmonização de vinhos por R$ 260,00.

Quem não resistir, …., o La Brasserie fica na rua Bahia, 683, em Higienópolis, telefone 3226 5409.

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nossos franceses: erick jacquin

Na nossa empreitada entre OuiOui e Japas, acabamos sempre esbarrando em um tema de um quando estamos procurando assunto para o outro. E foi numa dessas que, comprando a Gula especial do Centenário da Imigração Japonesa, “flagrei” o Jacquin fazendo miojo!

O Jacquin (Erick Jacquin) é um dos grandes cozinheiros franceses, com sotaque e tudo, que escolheram o Brasil para espalhar suas gostosuras. Ele é especiaista em foie gras (aliás, gostaria de saber o que ele acha do foie gras preparado pelo Mura no Kinoshita) e, segundo o artigo na Gula, adora Miojo. Sim, ele diz “Compro miojo para não cozinhar”. 

O chef, natural de Dun Sur (França Central) chegou no Brasil em 1995, trabalhou no Le Coq Ardy, depois no Café Antique e hoje comanda o restaurante que leva seu nome: La Brasserie Erick Jacquin. Lá, volta e meia ele muda o cardápio, mas mantem sempre um foie gras (pelo menos!) e seus pratos de brasserie (hambuger, omelete, steak tartar…). Mistura português com francês, assim como mistura ingredientes brasileiros com preparos franceses.

Em 2003, naturalizou-se brasileiro! E diz: “Sou um francês de coração brasileiro”

 

* Eleito Chef do Ano pela Veja São Paulo

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