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a cozinha francesa, por uma família francesa

Ontem fiquei babando no livro Cozinha Francesa da Larousse, que conta a história desta culinária tão admirada através dos relatos e receitas de uma família local. Não sei porque não comprei, falta de tempo, talvez, mas vou encomendar o meu aqui, já.

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Bom, o livro faz parte da série “A Cozinha das 7 Famílias” que passeia por culturas como das Antilhas, da Índia, da Tailândia e do México e, no caso da nossa família francesa, é escrito pela mãe, Véronique Cauvin. O livro leva o leitor a descobrir, pelas histórias da família, um pouo mais sobre o patrimônio gastronômico da França de uma forma muito original.

Além da mãe Véronique, contamos com a presença de Patrick, o pai, Zoé, a filha, Arthur, o filho, Monique, a avó e Jean-Paulo, o avó, suas receitas a histórias contadas à mesa.

Não é irresistível?

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duchamp – uma biografia

Duchamp – uma biografia (edição brochura)
Calvin Tomkins
Tradução: Maria Thereza de Rezende Costa
Prefácio: Paulo Venancio Filho

Esta biografia relata os amores, amizades e as oscilações do prestígio de Marcel Duchamp, artista que muitos consideram o mais instigante – e ainda hoje enigmático – do século XX. Seu modo de encarar as coisas o manteve a uma certa distância dos diversos ismos que caracterizaram a arte moderna, embora seja considerado precursor do dadaísmo, surrealismo e da arte conceitual. 
Na definição do pintor americano Willem de Kooning, ele foi um “movimento de um homem só”. Iconoclasta dos ready-mades, suas obras máximas até hoje desafiam os intérpretes, que fazem elucubrações sucessivas, em leituras esotéricas e alquímicas, e até mesmo neoplatonistas de seus trabalhos.

O livro enumera fatos curiosos de sua trajetória como artista: a recusa da obra Nu descendo uma escada (veja a obra no link “ilustração” desta página) no Salão dos Independentes de 1912, em Paris; sua estadia em Munique, que representou uma verdadeira virada em sua vida; o choque provocado em 1917 pela obra Fonte, na mostra da Sociedade dos Artistas Independentes, em Nova York. Entre os Estados Unidos e a França sobreviveu como dublê de professor de francês e de marchand e dialogou com movimentos como o cubismo, o dadaísmo, o surrealismo e o expressionismo abstrato americano.

Apoio: Instituto Tomie Ohtake

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suíte francesa – relatos de uma frança ocupada

“Irène Némirovsky começou a escrever Suíte francesa em 1941, refugiada num povoado francês. Dividido em duas partes, o livro traça um retrato impiedoso da França vencida e ocupada pelos alemães, transformando em ficção fatos que Irène provavelmente presenciara: a debandada dos parisienses às vésperas da invasão nazista, o cotidiano de um vilarejo sob ocupação inimiga, e o drama de uma mulher cujo filho é prisioneiro dos alemães.

Presa e levada para Auschwitz, Némirovski morreu logo depois de terminar o livro. O manuscrito foi salvo pelas filhas e pela governanta, que pensavam tratar-se de um diário. As letras microscópicas revelaram, 62 anos depois, uma obra implacável, um verdadeiro painel da França durante esse doloroso episódio. A edição inclui um anexo com anotações pessoais e a correspondência da autora.”

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A autora, nascida em Kiev (em fevereiro de 1903), estudou, viveu e se refugiou na França. Ela estudou na Sorbonne e começou a escrever quando tinha apenas 18 anos. Morreu em Auschwitz, sem ter a cidadania francesa conquistada, e apesar de ter se convertido ao catolicismo.

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uma bruxa em paris

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Um passeio divertido a Paris, de carona na vassoura da bruxa, que apareceu de calcinha no desfile de moda! Uma Paris divertida, com o louvre e muita aventura:

“Quando ficou sabendo do concurso de moda que aconteceria em Paris, Bruxa Onilda não perdeu tempo – criou um figurino mais que original e foi voando para lá. Só que sua vassoura estava com problemas mecânicos e ela acabou caindo dentro do Museu do Louvre! Pobre Bruxa Onilda! Foi perseguida pelos guardas e teve de fugir por uma janela. Depois de muita confusão, acabou vencendo o concurso. Não pelo seu vestido, mas pela roupa de baixo, que ficou à mostra durante todo o desfile.”

de Enric Larreula e Roser Capdevila

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a pintura francesa no século XIX

Primeiro livro de uma série que renovou os estudos de história da arte na Europa. Cinco autores abordam aspectos essenciais na formação de movimentos como o realismo, o impressionismo e o pós-impressionismo, em Paris, entre 1848 e 1900. Analisam os argumentos em favor e em oposição a uma “história social da arte”, que compreende as representações como produtos de práticas sociais demarcadas e destacam aspectos pouco estudados, como a influência do feminismo na pintura impressionista.

O livro é da Cosac Naify.

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o brasil francês

“Em O BRASIL FRANCÊS, Andrea Daher analisa as características da missão francesa no Brasil – que buscava a cristianização e a ocidentalização dos selvagens -, a partir de um estudo da colônia do Maranhão. A autora compara os discursos dos capuchinhos franceses com os dos jesuítas portugueses e reflete com sutileza sobre os diferentes olhares desses colonizadores. O livro acompanha também os destinos de seis tupinambás em Paris, onde chegaram levados por padres.”

O livro está à venda no site da Americanas.com

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o nobel de literatura é francês!

Em notícia da Folha:

Prêmio Nobel de Literatura 2008 foi concedido ao escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio por sua “obra de ruptura”, anunciou a academia sueca.

Jessica Gow/AP
O escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, vencedor do Nobel de literatura deste ano
O escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, vencedor do Nobel de literatura deste ano; autor tem livros publicados no Brasil

A academia sueca escolheu Le Clézio porque é um “escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual. É um explorador da humanidade além e por baixo da civilização reinante”.

Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em 1940 em Nice, na França. Formou-se em letras e, em 1963, aos 23 anos de idade, ganhou o prêmio literário Renaudot por seu livro “Le Procès-Verbal”.

Entre seus livros publicados no Brasil estão “O Africano”, “A Quarentena” e “Peixe Dourado”.

Le Clezio receberá em 10 de dezembro um cheque de 10 milhões de coroas suecas (mais de um milhão de euros, cerca de R$ 3,4 milhões) na solene cerimônia de entrega dos Nobel.”

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Os livros traduzidos para o português

O livro onde o autor tenta capturar a imagem do pai médico, com quem se mudou para a África ainda menino em 1948. Na Livraria Cultura

Peixe Dourado, na Livraria Cultura

A Quarentena, na Livraria Cultura

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