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duchamp – uma biografia

Duchamp – uma biografia (edição brochura)
Calvin Tomkins
Tradução: Maria Thereza de Rezende Costa
Prefácio: Paulo Venancio Filho

Esta biografia relata os amores, amizades e as oscilações do prestígio de Marcel Duchamp, artista que muitos consideram o mais instigante – e ainda hoje enigmático – do século XX. Seu modo de encarar as coisas o manteve a uma certa distância dos diversos ismos que caracterizaram a arte moderna, embora seja considerado precursor do dadaísmo, surrealismo e da arte conceitual. 
Na definição do pintor americano Willem de Kooning, ele foi um “movimento de um homem só”. Iconoclasta dos ready-mades, suas obras máximas até hoje desafiam os intérpretes, que fazem elucubrações sucessivas, em leituras esotéricas e alquímicas, e até mesmo neoplatonistas de seus trabalhos.

O livro enumera fatos curiosos de sua trajetória como artista: a recusa da obra Nu descendo uma escada (veja a obra no link “ilustração” desta página) no Salão dos Independentes de 1912, em Paris; sua estadia em Munique, que representou uma verdadeira virada em sua vida; o choque provocado em 1917 pela obra Fonte, na mostra da Sociedade dos Artistas Independentes, em Nova York. Entre os Estados Unidos e a França sobreviveu como dublê de professor de francês e de marchand e dialogou com movimentos como o cubismo, o dadaísmo, o surrealismo e o expressionismo abstrato americano.

Apoio: Instituto Tomie Ohtake

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o franco-americano duchamp

Marcel Duchamp (1874 – 1968 ) é francês, mas desenvolveu boa parte de sua obra nos Estados Unidos, criou do ready made e influenciou várias linhas artisticas como a pop art e a instalação. Com o ready made, tirava objetos do seu contexto original e os resignificava.

É com algumas de suas mais famosas obras como a “Roda de Bicicleta” e “A Fonte” (criada a partir de um mictório) que Duchamp “chega” a Sao Paulo em uma exposição no MAM: “Marcel Duchamp: Uma Obra de Arte que Não é Uma Obra “de Arte'”.

Boa oportunidade para ver muitas de suas obras em um mesmo espaço, e pensar, mais uma vez, no significado da Arte.

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“Não acredito em arte. Acredito em artistas” Duchamp

“Viver é mais uma questão de o quanto se gasta do que de o quanto se faz” Duchamp

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