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l’homme de rio

homme_rio

O Rio do título deste post é o Rio de Janeiro, um dos cenários do filme de aventura L’Homme de Rio, em português O Homem do Rio, de 1964 filmado por Philippe de Broca e estrelado por Jean-Paul Belmondo e Françoise Dorléac (a irmã da Catherine Deneuve – confeso que até este momento não sabia que ela tinha uma irmã).

No filme, uma espécie de Indiana Jones, com toques de James Bond e Agente 86, o personagem de Jean-Paul Belmondo é raptado por um grupo que busca uma civilicação perdida na Amazônia, na aventura, além de passar pelo Rio e pela Amazônia, ele chega a Brasília, onde enfrenta vários inimigos entre as obras de Oscar Niemeyer.

Curiosíssimo, não?

Veja uma parte do que se passa em Brasília neste vídeo:

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as cores do brasil na moda

O Brasil é destaque na Semana de Moda Francesa. E não é por nenhum estilista brasileiro, mas sim pelo desfile do japonês Issey Miyake. Depois de viagem de pesquisa e inspiração ao Brasil, o diretor de criação da marca Dai Fujiwara voltou com mais de 3.000 cores de referência para montar a paleta de cores da coleção Caçador de Cores.

E não deu outra: Amazônia, Rio de Janeiro e Oscar Niemeyer encheram a passarela e emocionaram Paris!

O diretor de criação Dai Fujiwara

Em abril passado, Dai deu palestra aqui em São Paulo, no MAM, sobre o conceito A-POC que, basicamente, dedine-se em várias peças de roupas desenhas num pedaço de tecido, que você recortar o que preferir usar e sai vestindo Issey Miyake feliz da vida.

A-Poc.

Quem visitou a recente exposiçao em homenagem ao centenário da Imigração Japonesa no MAM, deve lembrar-se da instalção do Issey Miyake que explorava o conceito.

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nosso cristo redentor de mãos francesas

Quando começamos a escrever este novo blog, meu querido conselheiro temático logo veio com a curiosa história de que as mãos do nosso Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, haviam sido feitas por um francês. Lá fui eu então em busca da história, que é a seguinte:

o monumento levou 5 anos para ser contruído, de meados de 1926 a outubro de 1931

seus contrutores foram os arquitetos Heitor da Silva Costa, também autor do projeto; Heitor Levy e Pedro Fernandes Vianna da Silva

os modelos em gesso da cabeça e das mãos do Cristo, foram executados em Paris, por Paul Landowski sob a supervisão de Heitor da Silva Costa

E é aí que descubro que não foram só as mãos, mas a cabeça também, que tiverem um toque francês na história.

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programe-se

O Ano da França no Brasil tem abertura oficial no nosso feriado do dia 21 de abril, com uma apresentação pirotécnica na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. E o encerramento será também em feriado nacional, da Proclamação da República, dia 15 de novembro, também no Rio, com megashow gratuíto na praia de Copacabana.

Entre uma data e outra, a programação ainda não está fechada, mas algumas presenças mais que ilustres já estão confirmadas e já vale ir se preparando.

 

Doisneau e Arman, em mostra no MAC.

Matisse

Pierre Léger

 Jean Mazon

O cinema autoral de Chris Marker

Serge Gainsbourg pela Orquestra Imperial

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scratch book de debret


Hoje os scratchs books de artistas comumente viram a própria obra de algumas disputadas exposições. Mas nem sempre foi assim. Este caderninho íntimo de Debret, por exemplo, ficou escondido durante mais de um século na Bibliothéque Nationale de Paris, até ser publicado em 2006, pela editora Sextante Artes.
São aquarelas e desenhos inéditos do artista francês Jean-Baptiste Debret, de registro de uma “terra exótica e um novo mundo de costumes e povos”, no caso específico, de nós mesmos, brasileiros do início do século XIX, feitos durante a missão artística ao Rio de Janeiro.


A edição traz uma introdução sobre a vida de Debret, de como chegou aqui, com que propósito e como este material foi localizado. E, na seqüência, o fac-símile do original de 64 páginas.


Quem quiser se dar ao desfrute, procure por Caderno de Viagem, de Jean-Baptiste Debret, texto e organização Julio Bandeira. Um luxo!

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